A amiga futurista de Dona Maria Carolina vem de Paris dos anos 20. É moderna, sufragista e adepta do chique chique a valer. Conhece bem os meandros artísticos de Leça, nas artes plásticas e na literatura. Altiva e segura de si, uma verdadeira independente.
"(…) Não sei, é verdade, se talvez as mulheres amem as revoltas. Não valemos mais que os homens, mas o poder não nos corrompeu ainda. (…)"
A Comuna, Louise Michel
